Entrevistador: Bill, tu és do tipo reservado ou não tens dificuldade em mostrar o que sentes? Bill: Um pouco dos dois. Sou extremamente reservado e tenho imensa dificuldade em demostrar os meus sentimentos, masquando amo alguém, abro-me ao máximo. Acho que essa pessoa se sente á vontade quando está comigo porque não tenho segredos para ela.Entrevistador: Isso quer dizer que lhe contas tudo? Bill: Se não, uma grande parte de tudo.Entrevistador: Acreditas no amor eterno?
Bill: Acredito. A música “Totgeliebt” é a prova. É isso que eu desejo que me aconteça. Gostava que a rapariga dos meus sonhos e eu morressemos com os nossos lábios cruzados, ou seja, a beijarmo-nos! Nunca tinha dito isto antes (risos) mas adorava que assim fosse. Seria realmente amor até á morte.Entrevistador: O que abdicavas para estar com ela?
Bill: Absolutamente tudo! Até da minha carreira. Quando a encontrar, serei capaz de acabar com tudo o que construí até agora, durante a minha vida como vocalista dos Tokio Hotel, para estar com ela.Entrevistador: Queres que ela vá arranjada para um encontro?
Bill: Obviamente, mas nada de exageros! E prefiro que ela vá natural, sem espalhar um frasco de perfume para cima ou aqueles vestidos todos formais! Nem é necessário levar maquilhagem, só exigo que ela leve o seu amor (sorriso).Entrevistador: E se depois dessa saída, quisesse ir “mais além” na relação?
Bill: Depende. Cada coisa a seu tempo. Se nós estivéssemos ainda a conheçer, diria para ir com calma, por mais apaixonado que estivesse. Isso para mim é um passo muito avançado na relação e para tal aconteçer há que haver bastante intimidade entre os dois, coisa que demora tempo a conquistar. Não sou o tipo de rapaz que gosta de coisas rápidas. O sexo é secundário para mim, e na verdade, nem é fundamental.Entrevistador: Imagina que ela não te satisfazia por completo na cama... O que farias?
Bill: A única forma de ela não me satisfazer na cama é termos sexo sem amor. Sem o fundamental, o sexo para mim perde todo o entusiasmo e interesse. Completamente! Eu não exigo nada dela. Desde que me faça feliz, é o fundamental.Entrevistador: E se ela te “forçasse” a praticar sexo?
Bill: Acabava com ela, sem dúvida alguma! Não permitia que ninguém me obrigasse a fazer uma coisa contrariado. Sempre fui livre de fazer o que quero e por mais especial que a pessoa seja, nada fará com que isso mude agora.
Bill: Acredito. A música “Totgeliebt” é a prova. É isso que eu desejo que me aconteça. Gostava que a rapariga dos meus sonhos e eu morressemos com os nossos lábios cruzados, ou seja, a beijarmo-nos! Nunca tinha dito isto antes (risos) mas adorava que assim fosse. Seria realmente amor até á morte.Entrevistador: O que abdicavas para estar com ela?
Bill: Absolutamente tudo! Até da minha carreira. Quando a encontrar, serei capaz de acabar com tudo o que construí até agora, durante a minha vida como vocalista dos Tokio Hotel, para estar com ela.Entrevistador: Queres que ela vá arranjada para um encontro?
Bill: Obviamente, mas nada de exageros! E prefiro que ela vá natural, sem espalhar um frasco de perfume para cima ou aqueles vestidos todos formais! Nem é necessário levar maquilhagem, só exigo que ela leve o seu amor (sorriso).Entrevistador: E se depois dessa saída, quisesse ir “mais além” na relação?
Bill: Depende. Cada coisa a seu tempo. Se nós estivéssemos ainda a conheçer, diria para ir com calma, por mais apaixonado que estivesse. Isso para mim é um passo muito avançado na relação e para tal aconteçer há que haver bastante intimidade entre os dois, coisa que demora tempo a conquistar. Não sou o tipo de rapaz que gosta de coisas rápidas. O sexo é secundário para mim, e na verdade, nem é fundamental.Entrevistador: Imagina que ela não te satisfazia por completo na cama... O que farias?
Bill: A única forma de ela não me satisfazer na cama é termos sexo sem amor. Sem o fundamental, o sexo para mim perde todo o entusiasmo e interesse. Completamente! Eu não exigo nada dela. Desde que me faça feliz, é o fundamental.Entrevistador: E se ela te “forçasse” a praticar sexo?
Bill: Acabava com ela, sem dúvida alguma! Não permitia que ninguém me obrigasse a fazer uma coisa contrariado. Sempre fui livre de fazer o que quero e por mais especial que a pessoa seja, nada fará com que isso mude agora.

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